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domingo, 23 de outubro de 2016

Este Sábado, mau tempo.

A esperança era muita e os Deuses são justos...
Início da manhã chuvosa e os avisos de mau tempo, em especial para a tarde faziam prever o pior...
Mas como em muita coisa da vida, ver para se crer... e mais ainda, nos desportos da natureza tem que se aparecer para se beneficiar das benesses dos Deuses e chamar o bom tempo... E assim foi.
Céu carregado e chuva na saída de casa, céu já meio aberto, sem chuva, com algum sol e vento qb na marina. É só preparar a embarcação e zarpar!
Bogavante lá estava, molhado e limpo pela chuva da noite à espera dos seus donos para saltar nas ondas. Bliss já deixava a sua esteira na marina e Horus já se inquietava...
Manhã esplêndida de vela com vento entre os 12 e os 15 nós (uma rajada ou outra no início que chegou aos 17), a cair para a hora de almoço como a dar sinal que já era a hora de outras navegações... E assim se cumpriu a vontade do "Divino" no já famoso Club Nautic Brise de la Mer...entre amigos (da vela pois claro!), a que se seguiu tertúlia a bordo pela tarde fora, a bordo, com embarcação amarrada no aconchego da marina, a "malta" em T-shirt debaixo do mau tempo...
Esteve mesmo mau tempo...

Bogavante
Bliss
Horus

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Uma escapadinha à marina

Marina Porto Atlântico, ao oceano foi buscar o nome e com ele se confunde.
É uma marina que faz parte do próprio mar, tal a facilidade com que se entra e se sai, sem stress's de barras ou correntes...
Desemboca na bacia artificial do Porto de Leixões, plano de água que faz a alegria da vela, em especial da vela ligeira das escolas de vela e dos clubes, enquanto lá fora a ondulação espalha tempestades... como neste Domingo de janeiro, em que se viam os miúdos dos optimist desafiando o sudoeste.
Mesmo em dias de algum mar e quando já existem restrições em muitas das barras, é possível  sair, velejar e entrar em segurança. É como se a bacia fosse uma extensão do mar.
Não é de luxos mas tem o melhor... o mar a 2 passos.
A ondulação que entra pelas tempestades e a vaga empurrada pelo vento forte, faz tudo abanar, ranger e algumas vezes, partir. Amarras e cuidados redobrados. Tudo tem que ser rijo, marinheiro e material... e quando não é assim... É a dura costa do Atlântico, na qual os velejadores de outras paragens tomam cuidados redobrados. É a costa da Nortada...
Mas esta magia do Atlântico, dos seus portos e cidades deveria ser melhor aproveitada... se fosse um país que olhasse para as coisas do mar à altura da sua história...
Este domingo, mais um dia de inverno mas de calmaria relativa, se pensarmos no temporal da noite passada com queda de granizo do tamanho de bolas de golf que fez muitos estragos pelas redondezas, e da previsão para os dias seguintes com ondas de 8 metros e rajadas nas ordem dos 40 nós...
Uma escapadinha à marina, verifica-se as amarras, vento forte, a sinfonia do vento e das adriças, o balançar dos pontões e das embarcações, chuva de vez em quando, bom para estar em casa à beira da lareira.
Embarcações nos portos e marinas, pescadores sem trabalhar, temporal atrás de temporal.
Os deuses devem andar zangados.