sexta-feira, 26 de julho de 2013

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Mylene Paquette, atravessar o Atlântico a remos.


Rowing across the Atlantic, Solo from Canada to France from Mylene Paquette on Vimeo.

Atravessar o Atlântico à vela continua a ser um desafio e quando a "nau" é pequena, o desafio vira odisseia...
Agora basta imaginar fazê-lo num barco a remos... do Canadá a França (2.700 milhas).
Mylene já o tinha feito numa 1ª missão integrada numa tripulação com mais 3 aventureiros, sendo a primeira mulher a atingir tal proeza... (58 dias)
Agora é a solo.
Já lá vão 17 dias a remar... e parece que ainda vai ter assunto para mais de mês e meio, pelo menos.

http://www.mylenepaquette.com/

terça-feira, 23 de julho de 2013

Oceanis 55



Um 55 pés para grandes voos com grande comodidade, e há quem diga, com estilo.
Exterior, interior, um design de eleição.
Não se atrevam a encontrar defeitos...

360º tour
Beneteau Oceanis 55

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Extreme Sailing Series, 25 a 28 de Julho - Porto



Espectáculo pela certa!

Toda a informação em Extreme Sailing Series

Quantos aos melhores locais para se ver as máquinas:

a) Todos os dias na Douro Marina.

b) Quinta-feira entre as 14H00 e as 17H00 para assistir à "Open water racing Extreme 40"
 - no mar, ao largo junto à foz do Rio Douro, em princípio a norte e oeste do campo de regata
- em terra, na costa de mar de Gaia (Praia de Lavadores) e Porto (Foz / Avª do Brasil)

c) A partir de sexta-feira entre as 15H00 e as 18H00 para assistir à "Stadium Racing Extreme 40"
- zona ribeirinha de Porto e Gaia entre a Alfândega e a Ponte de D. Luís.

Programa:

Quinta-feira 25 Julho
14.00-17.00  Extreme 40 open water racing

Sexta-feira 26 Julho
15.00-18.00  Extreme 40 stadium racing

Sábado 27 Julho
12.30-14.30   NeilPryde Windsurf Racing Series demonstration
15.00-18.00   Extreme 40 stadium racing
18.00-19.00   NeilPryde Windsurf Racing Series

Domingo 28 Julho
12.30-14.30   NeilPryde Windsurf Racing Series demonstration
15.00-18.00   Extreme 40 stadium racing
18.00-19.00   NeilPryde Windsurf Racing Series
19.00-20.00   Act 5 Prize giving


Este ano com uma equipa portuguesa: a Roff Cascais Sailing Team!
 

domingo, 21 de julho de 2013

Brincadeira nas ondas, paraíso da nossa costa


Em mar chão e de água quente (acima dos 20ºC!), de vez em quando lá aparecia um set de ondas que no banco de areia quebravam. Sem hipótese para qualquer disciplina do surf, as condições light eram porém suficientes para umas surfadelas ocasionais de canoa e na maior parte do tempo para um passeio ao longo da costa.
Manhã de sol e mar assim não se podia perder!

sábado, 20 de julho de 2013

Extreme Sailing Series, eles andam aí...

Em manhã de alguma "morrinha", mar chão, vento de sudoeste abaixo dos 8, 9 nós, Moby Dick fez uma escapadinha pelas águas de Leixões e Douro, à procura dos Extreme Sailing Series.
E de facto 3 embarcações se conseguiram avistar a treinar ao largo da Barra do Douro, que com a sua ligeireza não admitiram qualquer aproximação...
Enquanto Moby Dick andou quase sempre abaixo dos 4 nós, os catamaras avistados deveriam andar muito próximo da velocidade do vento nas suas idas e vindas para sul. Mania das velocidades...
Sexta-feira das boas... a velejar.


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Extreme Sailing Series, Porto, 25 a 28 de Julho!



Extreme Sailing Series, um anfiteatro único de vela, uma das provas mais compactas e desafiadoras, um acontecimento fantástico.
É já para a semana, mas o circo já começou na Douro Marina onde estão estacionados os bólides.
A não perder!

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Pogo 50



Pogo 50, há uns meses ainda no 3D, agora no mundo real.
Espaço do tamanho do mundo, performances à medida dos retirados das grandes loucuras oceânicas mas que ainda mantem o bichinho...

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Brigit, 74 anos, windsurf...

Dar a volta ao mundo à vela sem escalas com 70 anos...ainda há poucos dias colocamos um post neste blog.
Agora uma senhora a fazer windsurf com 74...
Começou a fazer windsurf aos 43 anos...
Duas conclusões:
- Afinal sempre são elas que vão mandar nisto...
- A eterna "juventude" está na nossa cabeça...
Uma inspiração estas senhoras!
Caros amigos, nunca é tarde para realizar sonhos, e olhem que vão ter muito tempo para estar no sofá a olhar para a TV e as paredes...
Respirem, façam qualquer coisa, ar puro, o sol, o vento, velejar, caminhar, com mais ou menos adrenalina, com mais ou menos esforço, o que for,  o que a saúde a cada um deixar!
Mas não fiquem sentados...


terça-feira, 16 de julho de 2013

Aventuras do Hurry Can, um POGO I pelo Douro acima.

 
Já na última mensagem tínhamos dado a novidade.
O nosso amigo Paulo Lima com o seu Pogo I em subida pelo Rio Douro. O recorde mundial já não lhe escapa: seguramente o primeiro POGO que percorre o Rio Douro, o melhor destino fluvial da Europa!
Aqui vai o seu relato da aventura!

O Douro é de fato um destino maravilhoso. Vou lá todos os anos e nunca me canso.
À cerca de 3 meses que tencionava levar o Hurry Can para o Pinhão. Tentei marcar as eclusas no IPTM mas nunca consegui. Levantaram problemas por tudo: Elevados caudais, bandeira holandesa, não podia ficar na marina do Pinhão porque estava a ser concessionada... Tentei novamente em Julho e desta foi à primeira!
Saí sexta-feira depois das 20h e tive de retirar o mastro na Douro Marina. Não é barato (€30) mas, de fato, têm serviço. Viajava sozinho e ao aproximar-me da marina o motor foi abaixo sem gasolina. Depois de atestar não pegou. Chamei pelo radio a marina, que atendeu à 1ª, e 2 minutos depois estava a ser rebocado.
Acabei de retirar o mastro já de noite, com ajuda do meu irmão que se juntou à tripulação. Começamos a subir o rio só lá pelas 23h. Avançamos a 3 nós pela ribeira até Crestuma jantando uma bela refeição de sushi. Mais para cima ,com menos corrente, já conseguíamos fazer mais de 4 nós. A Ribeira à noite é sempre bonita mas o resto da viagem até Crestuma também o é. A sinalização ao longo do rio é excelente. Chegamos a Crestuma já tarde e aportamos, de braço dado, num passadiço a 1000m da barragem. Éramos 2. Às 5h da manha juntou-se a nós o meu primo que completou a tripulação de 3 elementos.
Após as 2 horas de sono acordamos às 7h de Sábado para passar a eclusa às 7:30m. Chamei pelo canal 12 e responderam à 1ª, com simpatia. Foi a minha 1ª eclusa e tudo correu bem, passamos sozinhos. O mastro ia pousado em cima do barco e tivemos que ter muito cuidado para não o fazer bater nas paredes laterais.
Continuamos a subir e acostamos perto de Castelo de Paiva, num passadiço junto de uma “Ilha dos Amores”. Praia fluvial e mesas para almoçar, desta vez foi polvo. Os balneários eram gratuitos e aproveitamos para tomar banho.
Seguimos então para Carrapatelo.
Chegamos muito cedo, pois programei a viagem considerando um andamento de 3 nós e estávamos a fazer 4 nós. Não podemos passar logo, por isso voltamos 1000 m para trás, descemos o ferro, e estivemos 1h a dar uns mergulhos. Nadamos depois até à praia fluvial e ai estivemos. A temperatura da água estava excelente! Carrapatelo é a eclusa com maior desnível. A água cai em cascata do outro lado. Impressionante. A mesma simpatia dos operadores da eclusa. Tudo correu bem.
Tínhamos pensado em ficar em Caldas de Aregos, mas como tudo corria tão bem e como queríamos chegar ao Pinhão cedo no Domingo, decidimos ir dormir à Régua. Na Régua a surpresa foi a marina. Os passadiços são fixos e ficam a cerca de 1 – 1.5 metros acima do convés do Hurry Can! O barco não tinha onde acostar!. Tivemos que o prender com 4 cabos um em cada canto e trepar para os passadiços. Estava um palco montado ao lado da marina, e foi festa toda a noite.
Domingo às 7:10h avançamos. Tinha marcação da eclusa para as 12h mas fomos tentar a sorte. Deixaram-nos subir à 8:45h. Desta vez o barco comercial da frente ocupou a parede do lado direito da eclusa e fomos obrigados a ir para bombordo, onde estava o mastro. Alguma atrapalhação e giroete do mastro partida. Chegávamos finalmente à bacia da Régua e estávamos muito próximos do destino final: Pinhão.
Antes disso, o ponto mais sensível da viagem: subir o mastro. Tinha pensado subi-lo numa ponte de um dos afluentes do Douro. Mas será que conseguíamos? Chegamos à foz do Távora e tivemos um surpresa muito boa: existia um passadiço por baixo da ponte. Desta forma podíamos prender a embarcação, pousar o mastro no passadiço e depois de o colocar na vertical colocá-lo em cima do barco. Um tripulante em cima da ponte e 2 em baixo. Em menos de 5 minutos tínhamos o mastro na vertical. Depois foi só passar 3h a passar cabos…
Juntaram-se a nós outros familiares e fizemos o último troço de 1h até ao Pinhão onde “descobri” um maravilhoso lugar na marina junto ao Vintage Hotel. Depois fomos ao restaurante da Gi beber uns canecos (estava 36ºC...) e comer a 1ª refeição quente em 3 dias…Excelente!
Para terminar a aventura voltamos de comboio às 5:30h. Penso agora ir para lá alguns fins de semana, com a família, e gozar o maravilhoso Douro.


Cenas dos próximos episódios:
Como passar para montante da ponte do Pinhão tendo o mastro mais 0,5m do que a altura livre debaixo da ponte?
Mas que vou passá-la vou!


Um grande abraço,
Paulo Lima